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  • Posicionamento digital: conheça as melhores dicas para empresas

    No cenário atual, onde quase tudo acontece online, o posicionamento digital é um dos pilares de uma estratégia de negócios.

    Isto é, toda empresa que busca seu espaço no mercado precisa estabelecer de que forma os usuários percebem a marca na internet.

    Trata-se, portanto, da imagem que um negócio passa para o seu consumidor e, consequentemente, o que ele pensa sobre aquela marca.

    Em outras palavras, o posicionamento digital representa a autoridade de uma empresa no ambiente digital.

    A importância do posicionamento digital

    Certamente, diante da mudança de hábitos das pessoas, cada vez mais empresas percebem a importância deste mercado virtual para os negócios.

    Por exemplo, a maioria das pessoas em todo o planeta já adotou o hábito de pesquisar na internet antes de comprar todo tipo de mercadoria.

    Assim, as empresas têm a oportunidade de mostrar respostas para dúvidas e necessidades de quem procura pelo seu produto ou serviço na internet.

    Ou seja, uma empresa que aparece nos resultados de buscas e oferece conteúdo relevante para quem procura, sai na frente dos concorrentes.

    Isso representa autoridade no mercado porque os mecanismos de buscas entendem e reconhecem os sites mais relevantes em relação a cada busca.

    Sem dúvida, existem diversas maneiras de melhorar o posicionamento digital de uma marca e trazer mais autoridade no ambiente online.

    Pensando nisso, a Mitrah reuniu algumas dicas que podem ajudar empresários e empreendedores nesta tarefa.

    Dicas para melhorar o posicionamento digital

    Site e conteúdo

    Definitivamente, os sites corporativos deixaram para trás o papel de cartões de visita virtuais, ou páginas de contatos.

    Hoje, o endereço virtual é parte vital para posicionar a marca diante de seus consumidores na internet. 

    Além de ter acesso aos produtos e serviços de uma empresa, assim como sua localização, os sites precisam de informações e respostas para o que o cliente quer ou precisa.

    Nesse sentido, os blogs se tornaram canais importantes para a coleta de leads, ou possíveis clientes.

    Isto é, ao digitar uma palavra-chave no campo de pesquisa, o resultado pode apresentar um artigo da sua empresa, atraindo o usuário para seu site.

    Lembre-se de criar conteúdos fáceis de ler e de compreender, sem rodeios e sempre mostrando como a empresa pode ajudar.

    Destaque seu diferencial

    Sabe aquele diferencial que a sua empresa tem que a torna única em relação aos concorrentes? Use isso à seu favor para se posicionar na internet.

    Ou seja, sempre que puder, reforce esse diferencial diante do consumidor para que ele entenda por que escolher a sua empresa.

    Por exemplo, marcas gigantes como Apple e Google vão além dos anúncios de seus produtos e mostram quem são e suas maiores virtudes.

    Foco em seu nicho

    Muitas empresas têm dificuldades em manter seu conteúdo de acordo com o tema central do negócio.

    No ambiente digital, o segredo do posicionamento de uma marca é conseguir oferecer conteúdo que seja de interesse geral.

    Nesse caso, os conteúdos gerados precisam impactar consumidores de perfis e, para isso, é preciso abordar assuntos que interessam a todos.

    Porém, precisamos entender que um site institucional não tem como objetivo entreter os usuários ou dar notícias sobre o dia a dia.

    Portanto, foque em conteúdo educativo sobre o seu negócio para os seus seguidores para fortalecer o posicionamento digital da sua empresa.

    Melhore seu posicionamento digital agora mesmo

    Certamente, ao aplicar essas dicas na sua empresa, o posicionamento digital do seu negócio estará no caminho certo.

    Mas, se você precisa de mais agilidade para implementar tudo isso no seu negócio, podemos te ajudar.

    Converse com nossa equipe agora mesmo e veja como a Mitrah pode fazer toda a diferença na sua estratégia.

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  • Jornada do cliente: entenda a sua importância para os negócios

    O comportamento do consumidor exige que a jornada do cliente seja cada vez melhor.

    Tão importante quanto a venda, a jornada representa o caminho feito pelo consumidor, desde que conheceu a marca até o momento de se tornar cliente.

    Porém, para alguns empreendedores, falta um entendimento melhor e mais detalhado sobre esse assunto.

    Ao mapear a jornada do consumidor, a empresa consegue entender as necessidades de cada pessoa, assim como seu comportamento na hora de tomar a decisão. 

    Certamente, com base nas informações coletadas em cada jornada, fica mais fácil desenvolver estratégias em que a jornada seja mais rápida e eficaz.

    Estamos falando sobre todos os momentos em que uma pessoa interage com uma marca, seja nas redes sociais, por telefone, email ou pelo site da companhia.

    A partir do momento em que os gestores e empreendedores conseguem entender e melhorar a jornada do cliente, a experiência será positiva.

    Principalmente quando podemos personalizar cada uma de acordo com as expectativas do cliente e seu momento de compra.

    Para clarear as coisas na sua mente, criamos esse artigo para mostrar a você como podemos entender melhor a jornada do cliente

    Jornada do cliente: entenda as etapas

    Sem dúvida, ao analisar a jornada do cliente por diferentes partes, conseguimos entender melhor e de forma mais clara como ela funciona.

    Basicamente, a jornada se divide em quatro etapas: 

    • descoberta
    • consideração
    • decisão
    • fidelização

    Descoberta

    Já dá para entender que esse é o momento em que o cliente tem o primeiro contato com a empresa, certo?

    Mas, antes de descobrir a marca, o cliente reconhece a necessidade que ele tem por um produto ou serviço.

    Nesse momento, vale lembrar, as empresas estão diante de um potencial cliente, também conhecido como Lead, e que estão em busca de soluções.

    Assim, a primeira etapa da jornada do cliente deve focar em entregar informações valiosas para quem precisa resolver um problema ou tirar uma dúvida.

    Isto é, mostre como o seu produto ou serviço pode ajudar o potencial cliente, fazendo com que ele entenda o valor daquela solução.

    Consideração

    Antes de qualquer decisão importante, sempre devemos considerar as opções, as variáveis, assim como o preço, a qualidade do produto ou serviço, etc.

    É justamente esse o comportamento do cliente na segunda etapa de sua jornada.

    Ou seja, os potenciais clientes sabem que precisam de uma solução, mas precisam coletar mais informações e ter suas perguntas respondidas. 

    Nesse sentido, cabe à empresa fornecer conteúdo robusto, rico em informações e com foco no esclarecimento sobre como a empresa pode, de fato, resolver o problema.

    Decisão

    Esse é o momento decisivo, onde o cliente escolhe a sua empresa e não as outras dezenas de opções que ele analisou para solucionar seu problema.

    Certamente, nesta etapa o consumidor tem total clareza sobre o que precisa e, após considerar as soluções disponíveis, ele as avalia.

    A partir de depoimentos, recomendações e comentários, por exemplo, o potencial cliente toma sua decisão. 

    Por isso, é importante se destacar dos concorrentes mostrando porque a sua marca é a melhor opção para o cliente.

    Fidelização

    Depois de entender seu problema, de pesquisar as soluções no mercado, escolher a empresa e se tornar cliente, chegamos à última etapa da jornada.

    Manter o relacionamento com o cliente é fundamental para toda empresa e, atualmente, é possível fortalecer esses laços de diferentes formas.

    Usando e-mail marketing ou as redes sociais, por exemplo, as empresas podem comunicar sobre atualizações, novos produtos, sempre oferecendo conteúdo relevante.

    Desta forma, os clientes acabam fazendo o papel de promotores da marca, ou seja, indicam a empresa para outras pessoas que tenham a mesma necessidade.

    Como anda a jornada do cliente da sua empresa?

    Quer saber mais sobre como criar uma jornada mais atrativa e eficiente? Fale com nossos especialistas agora mesmo.

  • SEO para mobile: saiba por que apostar nesta tendência

    A ascensão dos dispositivos móveis revolucionou a forma como consumimos conteúdo online e, hoje, as estratégias de SEO para mobile são cada vez mais comuns.

    Trata-se de oferecer uma experiência mais amigável para os usuários de smartphones e tablets. 

    Por isso, investir nesta área não é mais uma opção, e sim uma realidade para quem busca o sucesso no ambiente digital.

    Por que investir em SEO para Mobile

    Sem dúvida, motivos não faltam para uma empresa começar a olhar para o mobile como uma oportunidade de melhorar os negócios

    Neste artigo, vamos te mostrar por que apostar nessa estratégia a partir de agora.

    Antes de aprofundarmos o conhecimento sobre cada um dos aspectos motivacionais, listamos os seguintes tópicos:

    • Crescimento exponencial de tráfego móvel
    • Prioridade para o Google
    • Experiência do usuário (UX)
    • Diferentes telas e tamanhos
    • Menor taxa de abandono
    • Localização e SEO para Mobile
    • Tecnologia 5G

    Crescimento exponencial de tráfego móvel

    Certamente, com o aumento constante de smartphones no mercado mundial, o tráfego móvel tornou-se uma força dominante no ambiente digital. 

    Cada vez mais pessoas acessam a internet pelos dispositivos móveis, o que torna essencial otimizar o conteúdo para atender a audiência crescente.

    Prioridade para o Google

    Você sabia que o Google reconhece a importância dos dispositivos móveis e, desde 2019, o algoritmo de busca prioriza sites otimizados para dispositivos móveis?

    Isto é,quando uma plataforma é otimizada para este formato, ela tem impacto direto na classificação dos resultados de pesquisa. 

    Por isso, investir em SEO para mobile não é apenas uma estratégia proativa, mas também uma necessidade para manter ou melhorar o posicionamento no ranking.

    Experiência do usuário (UX)

    Ao mesmo tempo em que a classificação nos motores de busca é importante, a experiência do usuário também conta. 

    Ou seja, a otimização para dispositivos móveis também precisa considerar o tempo de carregamento das páginas, por exemplo.

    Além disso, uma navegação intuitiva contribui para uma experiência positiva, aumentando a satisfação do usuário e reduzindo as taxas de rejeição.

    Diferentes telas e tamanhos

    O mercado mobile está aquecido, entretanto, a diversidade de dispositivos móveis disponíveis requer cuidados. 

    Nesse sentido, o SEO para mobile consegue deixar o conteúdo adaptável para diferentes tamanhos de tela.

    Desta forma, garantimos que a mensagem alcance os usuários independentemente do aparelho que usam para acessar a internet.

    Menor taxa de abandono

    Um dos principais problemas das páginas que não são otimizadas para dispositivos móveis são as altas taxas de abandono. 

    Isto é, quando usuários visitam o site e encontram dificuldades na navegação, como lentidão no carregamento, por exemplo.

    Logo, investir em SEO para dispositivos é uma forma de prevenir contra a perda de potenciais clientes.

    Localização e SEO para mobile

    Sabe aquelas pesquisas que fazemos pelo Google Maps para encontrar empresas mais perto de nós?

    São chamadas de pesquisas locais e,hoje, elas representam uma parte significativa das consultas feitas em aparelhos móveis. 

    Portanto, a estratégia aumenta as chances de uma empresa ser descoberta por usuários procurando produtos ou serviços próximos.

    Tecnologia 5G

    Certamente, você já ouviu falar sobre a chegada da tecnologia 5G e que ela impulsionará ainda mais o consumo de conteúdo móvel. 

    E isso é a mais pura verdade porque as páginas otimizadas para dispositivos móveis estarão na vanguarda da chamada “revolução do 5G”.

    Aposte no futuro com SEO para Mobile

    Conseguiu perceber que o SEO para mobile não é apenas uma tendência passageira? 

    Estamos diante de uma estratégia vital para o futuro digital e investir nessa abordagem tornou-se imperativo para qualquer negócio online.

    Além de se manter relevante para os motores de busca, investir no mobile também proporciona uma experiência excepcional aos usuários. 

    Esteja à frente da concorrência e posicione sua marca para o sucesso, abraçando essa tendência.

    Quer saber mais?Entre em contato conosco agora mesmo.

  • Funil de vendas: veja quais etapas não podem faltar desde a prospecção

    Você conhece o funil de vendas? Sabe quais são as etapas mais importantes dele para o seu negócio?

    O funil mostra claramente a jornada do cliente dentro do processo de vendas, desde o primeiro contato até a conversão.

    Certamente, estamos falando de diferentes fases que, juntas, levam uma pessoa a escolher um produto ou serviço de determinada marca.

    A partir do momento em que o gestor comercial compreende esse sistema, ele consegue ter uma visão mais ampla do negócio, entende?

    Depois de passar por cada etapa do funil de vendas, a empresa ganha um lead, você já ouviu esse termo alguma vez? Sinceramente, eu espero que sim!

    Mas, vale reforçar que o Lead é a pessoa que seguiu todo o caminho que você criou a partir do seu funil.

    É mais ou menos como alguém que está pronto para comprar de você. Como aquela gíria do futebol, o famoso “faz e me abraça”.

    Voltando para o funil, sem dúvida ele precisa estar bem alinhado com as áreas de marketing e vendas, viu?

    Principalmente porque o primeiro consegue entender a jornada dos Leads e melhorá-la. 

    Já a área comercial tem a chance de oferecer o que o cliente quer com mais assertividade e no momento mais adequado.

    Portanto, considerando todas as etapas de um funil, estamos falando da jornada de compra do seu consumidor. 

    E você como um bom gestor comercial sabe que ela precisa ser a melhor possível, não é?

    Nesse artigo, vamos relembrar o funil de vendas e a prospecção antes de conhecer as etapas mais importantes para todo negócio.

    Funil de vendas

    Em qualquer empresa, ele é fundamental para mapear todo o caminho que o cliente fez até finalizar a compra. 

    Ao analisar o desempenho de cada etapa do processo de venda, o gestor ganha de duas formas: mais facilidade para detectar acertos e falhas.

    Mas, como fazer isso acontecer de verdade? Primeiro, precisamos dividir o nosso funil e três camadas diferentes: topo, meio e fundo.

    Cada uma tem sua importância como você vai ver agora.

    A parte superior do funil, ou o topo, representa a fase de aprendizado e descoberta do cliente em relação ao seu negócio.

    Essa fase também é conhecida como ToFu, sigla para top of the funnel, quando as pessoas descobrem que têm uma demanda pelo seu produto ou serviço.

    Em outras palavras, podemos considerar que essa etapa está relacionada ao despertar da consciência do cliente.

    Para isso, a melhor ferramenta é entregar conteúdo de qualidade, rico em detalhes e que eduque, literalmente, o consumidor.

    Por exemplo, muitas empresas oferecem Ebooks em troca de dados e, quando isso acontece, você transforma um visitante em Lead.

    Em seguida, temos o meio de funil que representa o momento em que o Lead reconhece o problema e começa a descobrir a solução para isso.

    Ou seja, a etapa middle of the funnel (MoFu), é onde os Leads querem resolver seus problemas e você pode fornecer dicas e técnicas.

    Imagine que nesse momento o cliente precisa amadurecer e você tem papel fundamental em mostrar como solucionar sua demanda.

    Depois dessa etapa, chegamos ao fundo do funil e é lá que acontece a decisão de compra.

    A sigla BoFu significa bottom of the funnel e mostra quando os Leads estão prontos para a abordagem do time de vendas. 

    Isto é, eles sabem da sua dor ou problema e querem achar a solução.

    Conheça as etapas do funil de vendas

    Já sabemos que existem 3 camadas em um funil, certo?

    Acontece que, dentro dessas camadas encontramos diferentes etapas e você vai conhecer cada uma delas a partir de agora.

    • Prospecção
    • Qualificação
    • Apresentação
    • Negociação
    • Fechamento

    Prospecção

    Certamente, a prospecção é o momento em que a empresa faz seu primeiro contato com o cliente.

    Por isso, fica no topo do funil e pode ser feito com ações de outbound, feito pelo vendedor em contato direto com o cliente, ou Inbound, com foco em tráfego e leads.

    Nessa etapa nem todos os contatos seguem para a próxima fase e funciona como um filtro para atrair a persona certa para cada negócio.

    Isto é, pessoas que têm mais chance de fechar uma venda porque tem demandas e características alinhadas.

    Qualificação

    Sabe quando o vendedor percebe que o cliente tem a necessidade ou a dor que o seu produto ou serviço resolve?

    A partir de uma conversa por telefone, vídeo chamada, ou em reuniões presenciais, o vendedor consegue qualificar o cliente.

    Podemos dizer que é o momento de confirmar a demanda do Lead pela solução que a sua empresa oferece.

    Apresentação

    Essa etapa significa mostrar ao Lead como a sua solução funciona em relação ao que ele precisa.

    Em outras palavras, o vendedor deve especificar como o problema será resolvido, suas características, vantagens, valor, etc.

    Negociação

    Aqui, o funil começa a ficar mais estreito e o papel do time de vendas é fundamental para que o caminho percorrido pelo cliente não seja em vão.

    Ou seja, o Lead pode estar com outras propostas na mesa comparando a sua com a de seus concorrentes.

    Sim, estamos falando de negociar valores, como também tirar todas as dúvidas do cliente porque esse é o momento da decisão.

    Sem dúvida, se ele tem confiança na sua empresa, ele vai fechar o negócio.

    Fechamento

    O momento sublime e mais esperado por qualquer vendedor, não é mesmo?

    Esse é o último degrau do funil de vendas e, claro, o mais importante e motivo de todo o esforço dos vendedores durante o processo.

    Trata-se do pagamento pelo produto ou serviço, um contrato assinado, ou um pedido de compra.

    Entendeu como funcionam as etapas do funil de vendas? Chegou a hora de saber como colocar tudo isso em prática.

    Como criar o seu funil

    Talvez, a maneira mais eficiente de saber se aprendemos algo de verdade seja praticar, você concorda?

    Nesse caso, já vimos como funciona o funil e identificamos as diferentes etapas dele, certo?

    Depois disso, você vai precisar saber como definir o seu funil de acordo com o processo de vendas da sua empresa.

    Portanto, confira algumas dicas para você colocar em prática.

    Primeiro, você precisa pensar quais os pontos principais que o cliente percebe em todo o processo de compra. 

    A partir desse ponto de vista podemos definir as etapas e ter a ajuda dos vendedores é essencial nesse processo.

    Além de identificar possíveis falhas no plano, o gestor consegue alinhar o funil com o cenário de vendas típico.

    Todos os vendedores precisam entender as etapas de vendas e ter o comprometimento de acompanhar as atividades dentro do funil.

    A cada dois meses, no máximo, o gestor comercial deve revisar as etapas de vendas para identificar o que não funciona.

    Assim, podemos renomear, excluir ou adicionar novas etapas para que ele funcione cada vez melhor.

    Portanto, tente entender o pensamento dos seus leads em cada nova etapa na jornada de compra.

    Passo a passo para implementar o funil de vendas ideal

    • A jornada de compra do consumidor deve estar alinhada com o processo de vendas.
    • É necessário entender o processo antes de definir etapas e gatilhos
    • Posicionar os negócios de acordo com o funil. Pense no que fazer para melhorar
    • Crie um plano de ação para o seu Lead, direcionando para próxima etapa ou fora do funil.
    • Projete as ações para atingir sua meta com base no que você precisa para isso.
    • Acompanhe toda as movimentações no funil, mantenha ou melhore sua eficiência. 
    • O vendedor precisa entender os gatilhos para que os processos funcionem da melhor maneira possível

    Por que você precisa definir o seu funil de vendas?

    Se você faz parte do grupo de pessoas que querem vender mais e melhor, a principal dica que tenho é usar o funil para otimizar suas vendas.

    Com essa ferramenta, o gestor consegue identificar de forma clara se a sua estratégia de aquisição de clientes funciona ou não.

    Ao acompanhar de perto esse funil, podemos encontrar gargalos e potencializar aquilo que dá resultados e isso otimiza todo o processo.

    Ou seja, a cada período curto de tempo o gestor pode eliminar erros e falhas do funil e melhorar os aspectos que funcionam de verdade.

    Ao mesmo tempo, o líder consegue traçar estratégias de vendas reais e cada vez melhores, e isso reflete em novas metas, perfeitamente alcançáveis.

    Portanto, aplicar o funil na sua estratégia comercial tem dois tipos de vantagens principais para qualquer negócio, sabia?

    Além de entender como a jornada de compra funciona para o cliente, os gestores percebem quais ações podem ajudar a otimizar as vendas.

    Isto é, mapear os passos do consumidor durante o processo de compra e reconhecer os pontos fortes e fracos dessa experiência.

    E o melhor disso é que o time comercial passa a ter mais argumentos para a negociação e conhecimento sobre as características de cada cliente.

    Comece a criar o seu funil de vendas agora!

    Depois de ler todo esse conteúdo, você deve estar preparado para o próximo passo, não é?

    Pronto para colocar a mão na massa?

    Sinceramente, espero que esse artigo possa ajudar a clarear as ideias e mostrar para os profissionais de vendas que existem ferramentas que funcionam de verdade.

    Claro que o funil não é a solução para todos os problemas de uma empresa.

    Porém, para a área comercial, ele pode ser o divisor de águas desde que criado e aplicado da maneira certa.

    Se você ainda tem alguma dúvida sobre esse assunto, deixe um comentário.

  • Linkedin para prospecção: veja como usar a plataforma da maneira certa

    Você sabia que usar o Linkedin para prospecção é cada vez mais comum?

    Certamente, esta rede social é a que mais cresce em relação às estratégias comerciais entre empresas no ambiente digital.

    Por isso, quem ainda não criou um perfil está perdendo oportunidades reais de conseguir novos negócios.

    Especialmente para a prospecção de clientes porque o LinkedIn é um modelo que facilita a troca de experiências entre profissionais.

    Ou seja, no mínimo, a prospecção pode resultar em uma parceria entre o seu negócio e um novo fornecedor, prestador de serviço, etc.

    Por outro lado, no melhor dos mundos, você encontra as pessoas certas para melhorar e aumentar os resultados da sua empresa.

    Hoje em dia existem quase 50 milhões de usuários brasileiros nesta rede social, e cerca de 1 milhão de empresas.

    Em outras palavras, você tem um oceano de oportunidades, não é mesmo?

    Porém, é preciso ter cuidado para não tornar uma estratégia de prospecção um inconveniente para quem está do outro lado.

    Linkedin para prospecção

    Para ajudar na tarefa de usar o Linkedin para prospecção, separamos as dicas mais importantes.

     

    • Perfil completo e atualizado
    • Fazer conexões
    • Usar as ferramentas de pesquisa

    Agora, vamos saber como trabalhar cada uma delas em uma estratégia de prospecção.

    Perfil completo e atualizado

    Assim como em todas as redes sociais, o perfil é o cartão de visitas e, pensando profissionalmente, isso fica ainda mais importante, não é?

    No Linkedin, isso também significa maior alcance, sabia? Assim, você consegue aproveitar ainda mais as oportunidades.

    “E como faço para ter um perfil de respeito?”. Além do básico (nome, site, e-mail, telefone, etc) você precisa interagir.

    Isto é, gerar conteúdo em formatos diferentes mas que tenham relevância para aqueles que você quer impactar.

    Além de compartilhar conteúdo, lembre-se de que o Linkedin é uma plataforma que promove a troca de conhecimento e não um currículo digital.

    Fazer conexões

    Nem todos sabem, mas cada perfil do Linkedin tem uma pontuação e, quanto mais convites aceitos, melhor a visibilidade e sua nota.

    Sem dúvida, as conexões funcionam muito bem na prospecção e a primeira coisa a fazer depois de se conectar a alguém é agradecer.

    Ao mesmo tempo, esse gesto pode quebrar o gelo e você ganha uma oportunidade para iniciar uma conversa.

    A dica é abordar assuntos do interesse daquela pessoa, especialmente em conversas por mensagens, e você pode oferecer conteúdos relevantes para ela.

    Saber usar a ferramenta de pesquisa

    Em primeiro lugar, precisamos falar que a busca do Linkedin tem filtros que ajudam ainida mais a prospecção.

    Por exemplo, pelo ícone de pesquisa da página o usuário encontra diferentes filtros.

    • Palavras-chave
    • Localização (países e/ou por regiões)
    • Setor (segmentos de mercado)

     

    Além desses filtros, o campo de pesquisa também pode ser usado de forma estratégica. 

    Isto é, para buscas de profissionais por cargos, por exemplo, use “OR” (em português, OU) entre as palavras “diretor”, “diretora”, “gerente”, etc.

    O mesmo vale para os termos AND e NOT, onde o primeiro serve para combinar palavras e o segundo para excluir qualquer característica profissional.

    Não esqueça disso ao usar o Linkedin para prospecção

    Lembre-se de que você não pode fazer uma panfletagem digital pelo Linkedin.

    Ou seja, as conexões aceitas não significam sinal verde para você fazer uma propaganda de você ou da sua empresa.

    A panfletagem é um erro fatal e, infelizmente, muitas pessoas não conseguem evitar.

    O mesmo vale para aqueles que tentam se conectar com diversas pessoas sem saber se elas têm interesse ou não naquilo que oferecem.

    E, então, gostou dessas dicas? Tem algo a acrescentar sobre esse assunto? Deixe um comentário.

  • A evolução da comunicação visual: tendências e inovações

    A comunicação visual segue evoluindo desde sua origem, que data de 1919, criada por artistas e arquitetos na Alemanha.

    De acordo com a história, a técnica de comunicar por meio de ícones é usada há mais de 100 anos e, hoje, a tecnologia se torna uma grande aliada.

    Assim, ao longo dos anos, novas técnicas aplicadas a esta disciplina aprimoraram a execução, trazendo melhores resultados para as corporações.

    Certamente, a comunicação visual se torna cada vez mais indispensável para as empresas compartilharem suas informações, mensagens e, claro, produtos.

    Para isso, cada elemento deve ser pensado de forma estratégica para comunicar aquilo que a empresa deseja, de forma clara e objetiva.

    Esses elementos são conhecidos como signos e podem ser representados por palavras, marcas, slogans, desenhos, fotos, cores, etc.

    Ou seja, estamos falando de tudo o que pode ser usado para transmitir uma mensagem.

    Seja por elementos gráficos ou componentes visuais, fato é que a comunicação visual faz parte do dia a dia das empresas.

    Qual empresa não tem interesse em transmitir sua mensagem para o cliente de forma clara, rápida e com fácil entendimento de todos?

    Para isso, usamos elementos gráficos para derrubar as barreiras de culturas, linguagens e idiomas, tornando tudo mais fácil de entender no primeiro olhar.

    Tendências da comunicação visual

    Atualmente, sabemos que a tecnologia ganha cada vez mais espaço em diferentes segmentos, setores e não é diferente na comunicação visual.

    Isto é, a partir das inovações criam-se novas tendências para a comunicação visual e as empresas atentas a essas novidades não perdem espaço para a concorrência.

    Sem dúvida, com diversas tendências surgindo a cada dia, muitos empreendedores acabam não percebendo algumas novidades no setor.

    Por isso, trazemos neste artigo as principais tendências e inovações para a comunicação visual, para que você se mantenha atualizado.

    Já entendemos que a comunicação visual é essencial para a construção de uma marca e para atingir resultados melhores no negócio.

    Porém, com a tecnologia caminhando lado a lado com as empresas, muitas modificações acontecem para que a maneira de se comunicar se mantenha atraente.

    Ao mesmo tempo em que uma marca precisa se manter atualizada, ela também não pode perder sua identidade na comunicação visual, certo?

    Portanto, vamos entender quais as tendências e como as empresas podem se adaptar sem deixar de lado sua essência.

    Sustentabilidade

    Tanto as ações quanto os materiais sustentáveis estão entre as principais tendências para a comunicação visual de hoje em diante.

    Por exemplo, usar papel reciclado para a impressão de catálogos e folders da empresa, assim como outras peças como banners, faixas e pôsteres.

    Além disso, a estrutura usada na comunicação visual da empresa pode ter aspectos sustentáveis como o uso do plástico no lugar do alumínio.

    Desta forma, a companhia utiliza material reciclável que diminui os resíduos na natureza e aumenta a participação da empresa na responsabilidade social e ambiental.

    Qualidade da impressão

    A tecnologia é a responsável pela evolução constante dos equipamentos e, consequentemente, do resultado que eles proporcionam.

    Isto é, o tipo de impressão feita do material visual do PDV também acompanha a evolução tecnológica e o resultado é nítido para lojistas e clientes.

    Com máquinas cada vez mais inteligentes, poderosas e produtivas, as empresas conseguem desenvolver materiais diferenciados e com mais qualidade.

    Matéria-prima

    Um dos principais tipos de comunicação visual nas lojas, os banners e painéis impressos, passaram a usar materiais com menos impacto no meio ambiente, sabia?

    A tendência é que as empresas substituam a lona usada tradicionalmente nestas peças por tecidos como o poliéster, trazendo melhores resultados de acabamento.

    Isto é, as peças se assemelham mais ao projeto digital e ganham mais tempo de durabilidade.

    Tecnologia palpável

    A evolução da comunicação visual aparece nos novos dispositivos e aparelhos usados para entregar a mensagem corporativa de qualquer negócio.

    Cada vez mais veremos painéis interativos nas lojas atraindo a atenção dos clientes nas lojas.

    Você já usou um tablet para visualizar o cardápio de um restaurante? Esta é a prova de que a tecnologia palpável é uma tendência.

    Ao mesmo tempo, algumas empresas usam realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) para destacar suas marcas de um jeito diferente.

    Evolução da comunicação visual para sua empresa

    Para que o seu negócio se diferencie a partir de sua comunicação visual, você pode aplicar as tendências listadas neste texto o quanto antes.

    Para agilizar esse processo e torná-lo realmente atrativo, conte com os profissionais especializados da Colmeia Print.

    Fale com nossa equipe agora mesmo, clicando neste link.

  • Professor de inglês fora do Brasil: quaisos principais fatores de sucesso?

    Você acredita que é possível ser professor de inglês fora do Brasil?

    Certamente a tarefa de ensinar o idioma americano para diferentes pessoas mundo afora atrai brasileiros, mas nem sempre eles sabem por onde começar.

    O que a maioria deles entende é que o mercado de trabalho para professores de inglês está em expansão em todo o mundo, com vagas em instituições e demanda por aulas particulares.

    Por outro lado, para trabalhar como professor de inglês não é necessária uma formação específica em determinado curso superior.

    Mas, para tornar este objetivo uma realidade, os candidatos a professores de inglês precisam seguir alguns passos essenciais para lecionar o idioma no exterior.

    Certamente, o primeiro quesito que os candidatos a “teacher” devem dominar é a própria língua inglesa, em nível avançado.

    Já imaginou um professor que tenha dificuldade para ler, falar, ouvir ou escrever em inglês?

    Vale lembrar que a formação em ensino superior não é exigido ao candidato, ok? 

    Para mostrar o que um professor de inglês precisa para ganhar o mundo ensinando o idioma em diferentes países, detalhamos os principais aspectos citados acima.

    Professor de inglês e seus requisitos

    Praticamente todas as escolas do mundo aceitam professores que dominem o idioma.

    Por exemplo, para atuar como professor de inglês em países da América do Sul não precisa necessariamente ter uma certificação, basta dominar o idioma.

    Entretanto, aqueles lugares que exigem certificações para os professores, normalmente oferecem melhores condições de remuneração.

    Certamente, as certificações são exigidas por candidatos estrangeiros a professor de inglês em países da Europa, Ásia, Oriente Médio e na própria América do Norte.

    Nesse caso, o candidato precisa apresentar o certificado CELTA para poder trabalhar como professor de inglês.

    Porém, existem algumas dúvidas em relação às certificações que existem. 

    Por exemplo, o TESOL (Ensino de Inglês para Falantes de Outras Línguas) e o TEFL (Ensino de Inglês como Língua Estrangeira) não funcionam como certificados.

    Ambos representam diferentes conceitos em relação aos certificados válidos para outros países. 

    Por isso, a principal certificação exigida é a CELTA, ou outra que seja equivalente.

    Países com oportunidades para professores estrangeiros

    Ao escolher um país para ensinar o inglês, devemos considerar alguns aspectos relevantes sobre o mercado para estes profissionais.

    Em primeiro lugar, definir o objetivo desta experiência ajuda a tomar as decisões mais assertivas.

    Por exemplo, para conseguir um emprego duradouro sem passaporte europeu, opte pelos países do leste europeu, oriente médio, Ásia e América do Sul. 

    Ao mesmo tempo, a região com maior volume de empregos para o professor de inglês é a América Latina, o que gera grande demanda por esse cargo.

    E em relação à remuneração dos professores de inglês no exterior?

    Sem dúvidas, o salário destes profissionais varia de acordo com a localização escolhida para exercer a função. 

    Mas, precisamos ressaltar que em muitos países o custo de vida é baixo, o que permite viver bem com a remuneração do professor.

    Características do professor de inglês no exterior

    Antes de se aventurar pelo mundo levando o conhecimento sobre a língua universal para diferentes culturas, alguns aspectos precisam fazer parte do dia a dia dos professores.

    Principalmente aqueles que não tem o inglês como língua nativa.

    Dominar as quatro habilidades linguísticas, ou language skills, é o primeiro passo para quem quer ensinar o idioma pelo mundo.

    Tanto a escola de idiomas quanto o aluno particular precisa de alguém que realmente saiba como ensinar e tenha o conhecimento necessário para isso.

    Nesse sentido, o professor de inglês deve se preocupar em dominar completamente a língua e desenvolver uma metodologia adequada para ensinar.

    A partir do domínio sobre estes aspectos, o profissional consegue desempenhar seu trabalho de forma eficiente e com resultados práticos.

    Resumindo as certificações para professores de inglês

    Sem dúvidas, existem as certificações que trazem ao professor a garantia de seu conhecimento em relação às exigências de alguns países estrangeiros.

    Porém, em outras regiões esse documento não significa muita coisa, mas sim o nível de domínio da língua inglesa por parte dos professores.

    Atenção com a didática

    Uma das formas de atingir o sucesso como professor da língua inglesa no exterior tem a ver com a forma de passar o conhecimento.

    Em outras palavras, a didática de cada professor pode influenciar o sucesso de suas aulas e facilitar o aprendizado dos alunos.

    A melhor forma de melhorar este aspecto é conhecer diferentes formas de aprendizado, principalmente conhecendo a metodologia de cursos voltados para professores.

    Certamente, a melhor forma de evoluir neste aspecto é buscar melhorar sua qualificação como professor de idiomas com cursos realmente voltados à aplicação de metodologias de ensino.

    Você tem interesse em ser professor fora do Brasil?

    Então continue acompanhando nosso Blog para mais dicas e lições como esta!

    Até a próxima!

  • Trade Marketing: conheça 5 passos para construir o seu planejamento

    O trade marketing é uma estratégia que as empresas usam para destacar produtos no PDV e atrair a atenção dos consumidores.

    Entretanto, não basta apenas colocar um produto em destaque dentro da loja e esperar que a mágica das vendas aconteça, não é?

    Ou seja, precisamos planejar cuidadosamente as ações para que a estratégia tenha o resultado esperado.

    Tanto a indústria quanto a empresa varejista precisam atingir suas metas de vendas e isso requer planejamento.

    Mas, muitos empresários não sabem exatamente como desenvolver uma estratégia eficiente de trade marketing.

    Por isso, esse artigo traz um passo a passo que mostra como planejar uma ação no ponto de venda.

    Se você quer saber como criar esse tipo de ação de maneira eficiente e assertiva dentro da sua loja, acompanhe esse artigo até o final.

    Planejamento de trade marketing

    A primeira coisa que temos que entender sobre esse planejamento é que precisamos inovar para se destacar dos concorrentes.

    Isto é, buscar formas diferentes de apresentar um produto ou serviço para o consumidor final.

    Assim, a indústria consegue mostrar de forma clara para os varejistas qual o valor dos seus produtos para que eles possam atrair o cliente dentro da loja.

    Além disso, com um planejamento eficiente as marcas conseguem definir o tempo da ação, as metas e o custo para a empresa que detém a marca.

    Ao mesmo tempo, a ação precisa surpreender o consumidor fazendo com que ele sinta a vontade de comprar e se torne um cliente fiel e recorrente.

    Nesse cenário, precisamos entender também como aplicar o planejamento, etapa por etapa, para atingir o retorno esperado.

    Como aplicar um planejamento de trade marketing de sucesso

    Se você pensava que o planejamento das ações no trade tem uma fórmula pronta que serve para todas as marcas e tipos de produto, engano seu.

    Atualmente, o mercado é mais dinâmico e o interesse do consumidor muda a todo momento.

    Por isso, o passo a passo que mostraremos a seguir envolve medidas básicas que podem ser consideradas independente do produto, certo?

    Pesquise sobre o mercado

    A primeira etapa de um planejamento eficiente é a pesquisa de mercado.

    Isto é, precisamos entender e identificar quem são os principais concorrentes do seu produto no PDV.

    Assim como conhecer os maiores desafios para se diferenciar das outras marcas e, claro, o perfil ideal de varejistas para o seu produto.

    Uma das formas mais eficientes de responder essas questões é participar de eventos e feiras voltadas para o varejo, sabia?

    Desta forma, conseguimos criar conexões com as empresas do mesmo setor, além de conhecer de perto como a concorrência age, não é mesmo?

    Sem contar que você terá maior entendimento sobre o seu público-alvo e ainda consegue mapear possíveis obstáculos.

    Defina os objetivos

    A etapa seguinte à pesquisa é definir os objetivos da ação dentro da estratégia de trade marketing.

    Em outras palavras, hora de colocar a mão na massa.

    Isso significa estabelecer o valor do investimento, objetivos em curto, médio e longo prazos, canais, etc.

    Além disso, entender quem é o consumidor, suas necessidades, e o mesmo vale para o cliente, nesse caso, o varejista.

    Encontre um padrão

    No trade nós lidamos com ações de propaganda e publicidade que atraem o consumidor final e, por isso, é essencial padronizar essas ações.

    Ou seja, o consumidor reconhece a marca em diferentes pontos de venda por conta de um padrão de branding onde quer que o produto seja exposto.

    Dentro da padronização, consideramos layout, quantidade exposta no PDV, materiais de divulgação, degustação, etc.

    O mesmo padrão também vale para as lojas em que os produtos serão expostos.

    Isto é, procure parcerias com lojistas com características semelhantes e evite mesclar as ações em varejistas com estrutura e modelo de negócio diferentes.

    Métricas de acompanhamento

    Sem dúvida, toda ação precisa ter um acompanhamento e, para isso, usamos diferentes métricas.

    Essa é a melhor forma de perceber os resultados e de avaliar se aquela ação teve ou não sucesso na sua execução.

    A melhor forma de saber se o investimento teve efetividade é através de métricas e indicadores que avaliam os resultados da ação.

    Ao mesmo tempo, conseguimos identificar quais os pontos fortes e fracos da estratégia para melhorar ou corrigir o que for preciso.

    Trade Marketing mais inteligente

    Percebe como o planejamento do trade marketing tem o poder de tornar a estratégia mais inteligente?

    Certamente, com essas dicas você pode conseguir resultados relevantes para o seu negócio, não acha?

    Tem alguma outra dica para acrescentar? Deixe um comentário.

  • Trade Marketing: tudo o que você precisa saber sobre a estratégia no PDV

    Sabe quando a gente entra em uma loja do varejo e encontra tudo o que procuramos? Acredite, não é mágica… isso se chama trade marketing.

    Porém, não pense que ele se resume apenas a isso.

    Trata-se de uma estratégia que envolve duas empresas: a que oferece o produto e a que vende para o consumidor final.

    Esse setor inclui outros conceitos que têm como objetivo principal aumentar as vendas dentro de um estabelecimento comercial.

    Ou seja, para atingir os resultados esperados, o trade marketing trabalha com a exposição estratégica de produtos nos pontos de venda.

    Desta forma a loja consegue criar um ambiente favorável onde o consumidor visualiza prateleiras, gôndolas e os produtos com mais facilidade.

    Mais do que isso, essa estratégia mostra o que faz sentido para cada loja e o impacto de cada produto no público-alvo.

    Sem dúvida, um dos pilares do trade é o relacionamento entre a indústria e os pontos de venda, sabia?

    Principalmente porque as conexões positivas com os varejistas representam um lugar de destaque para o produto no ponto de venda.

    Para entender melhor tudo sobre esse universo, continue lendo esse artigo.

    O que é o Trade Marketing?

    Conforme a introdução deste texto, estamos falando de uma estratégia específica entre distribuidores e lojistas.

    Ao criar uma relação de parceria, ambos os lados conseguem atingir seus objetivos.

    Mas, como funciona essa parceria?

    Para as indústrias e produtores, a exposição de seus produtos nos melhores varejistas é o que mais importa, já que aumenta as chances de conseguir bons resultados.

    Por isso, não é uma questão de quantidade de lojas, mas sim de expor produtos onde faz sentido, nos PDVs alinhados à proposta da empresa.

    Ao mesmo tempo, essa estratégia ajuda a fortalecer uma marca a partir de aspectos básicos, como:

    • presença nos pontos de venda onde há demanda pelo produto
    • exposição assertiva nos pontos de venda
    • divide espaço com grandes marcas concorrentes
    • ações que despertam a curiosidade no consumidor como degustação, demonstração, amostra grátis, materiais com maior apelo visual, etc.

    Ou seja, a exposição dentro dos pontos de venda é fundamental, assim como a forma com que são posicionados nas lojas.

    Desta maneira, a indústria consegue atrair a atenção do consumidor e ativar as vendas desses produtos de forma mais efetiva.

    Vantagens do Trade Marketing

    Sem dúvida, hoje vivemos um mundo praticamente todo digital, não é mesmo?

    Entretanto, para algumas empresas nem sempre o ambiente online oferece tudo o que elas precisam para atingir seus objetivos.

    Isso acontece com empresas que precisam investir na exposição do seu produto em lojas físicas, em suas prateleiras e gôndolas.

    E essa estratégia traz diferentes vantagens para produtores e indústrias, assim como para os varejistas, como veremos a seguir.

    Maior fatia no mercado

    Que empresa não busca dominar o mercado em que atua?

    A busca pela maior fatia do bolo se faz construindo uma relação com os melhores varejistas para fazer a exposição do produto.

    Claro que isso inclui outras ações de marketing, mas o trade é decisivo para que o seu produto seja o escolhido pelo consumidor dentro da loja.

    Aumento das vendas

    Em ambos os lados dessa estratégia, o objetivo principal é vender, certo?

    Quando a relação entre PDV e indústria é bem feita, certamente o resultado aparece em mais vendas.

    Enquanto a indústria procura pelo local certo para expor o seu produto, por outro lado o varejista precisa de mercadorias que tenham bons índices de vendas. 

    Assim, o trade marketing consegue atender às duas demandas e traz resultados para os dois.

    Percepção do público sobre o produto

    Outra vantagem é a relação direta com o consumidor e a percepção dele em relação à marca exposta.

    Isto é, quanto mais interessante for a exposição de um produto no PDV, melhor será a percepção do público sobre o produto.

    E isso vale tanto para produtos novos quanto para aqueles que já estão consolidados no mercado.

    Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Quer saber mais sobre como aplicar essa estratégia no seu negócio? Fale com nossa equipe. Acesse https://colmeiaprint.com.br.

  • Dia da Mulher: veja como preparar a sua loja para vender mais no período

    O Dia da Mulher já se tornou uma das principais datas do comércio e os lojistas começaram a se preparar para as vendas desse período.

    Apesar de ser comemorado no dia 8 de março, a estratégia deve começar o quanto antes para que o resultado seja alcançado.

    Ou seja, quanto mais preparada a loja estiver para receber os clientes, melhor o desempenho de vendas.

    Assim como em qualquer outra data que movimenta o comércio, devemos pensar no público-alvo em primeiro lugar.

    Afinal, o objetivo de todas as lojas é vender, certo?

    Nesse caso, estamos diante de dois tipos diferentes de consumidor.

    Sem dúvida, estamos tratando dos cônjuges, filhos e filhas, mas também da própria mulher que quer se presentear.

    Isto é, esses são os dois caminhos mais explorados pelas lojas durante o período.

    Mas, existem outros aspectos que podem influenciar nas vendas a partir do PDV, sabia?

    Para que a sua loja tenha o melhor aproveitamento possível nas vendas, a Colmeia print traz algumas dicas matadoras neste artigo.

    Portanto, acompanhe esse conteúdo até o final para saber como preparar a sua loja para vender mais no Dia da Mulher.

    Dicas para vender mais no Dia da Mulher

    Tudo pronto para começar?

    Entenda como tornar seu ponto de venda mais eficiente para quem pretende presentear as mulheres no seu dia.

    Vitrine e decoração

    Esse é o principal cartão de visitas da sua loja e ela precisa estar impecável.

    Ou seja, foco total em preparar a vitrine com produtos femininos que tenham mais vendas na loja.

    Ao expor esses itens, certamente as mulheres ou compradores serão instigados a comprar.

    Porém, não adianta nada ter uma vitrine atraente se o interior da loja não estiver de acordo.

    Para despertar o desejo de compra, todo o ambiente precisa estar alinhado com a ideia principal, principalmente a decoração.

    Assim, o interior do ponto de venda precisa passar a sensação de acolhimento. 

    Para esta data, especificamente, use uma decoração alusiva ao universo feminino.

    Por exemplo, você pode incluir uma playlist na loja com músicas especialmente para elas.

    Atenção ao estoque

    Para garantir que as vendas aconteçam, a loja precisa ter produtos disponíveis e em estoque.

    Além de conseguir vender mais vezes um produto com grande procura, o estoque sempre tem algumas mercadorias que ficam paradas, não é?

    Por que não aproveitar o momento para incluir estes itens em promoções?

    Criar ofertas para esses produtos junto aos mais vendidos costuma dar certo.

    Divulgação de ação para o Dia da Mulher

    Se você quer atrair clientes para a sua loja durante o período de Dia das Mulheres, precisa começar a divulgação o quanto antes.

    Isto é, as pessoas precisam ser avisadas com antecedência e lembradas frequentemente sobre a ação no seu ponto de venda.

    Caso você deixe para divulgar uma semana antes da data, fatalmente o resultado das vendas será fraco.

    Com antecedência, a loja consegue despertar aos poucos o desejo ou a curiosidade dos clientes, sabia?

    Construção de parcerias

    Uma das formas de as empresas conseguirem gerar mais vendas em períodos de datas comemorativas é a partir de parcerias.

    Para o Dia das Mulheres, por exemplo, as parcerias entre estabelecimentos comerciais diferentes tem tudo para dar certo.

    Sem dúvida, as parcerias mais eficazes são aquelas que reúnem serviços ou produtos complementares, certo?

    Além disso, quanto mais alinhados com a proposta, mais facilmente o cliente percebe como um diferencial.

    Em outras palavras, você ganha a atenção do consumidor ao mostrar que sabe do que elas, nesse caso, procuram.

    Estimule a venda de combos

    Essa é uma forma eficaz de aumentar o gasto dos clientes dentro da sua loja.

    Ao criar combos de produtos em troca de desconto, você consegue ampliar o faturamento do PDV.

    Para a data em homenagem às mulheres em todo o mundo, o diferencial pode estar em pequenos detalhes.

    Ou seja, a loja pode oferecer embalagens tematizadas, uma flor, um cartão de mensagem, mas lembre-se de não cobrar mais por isso, viu?

    Prepare o seu PDV para o Dia da Mulher

    Agora você já sabe como fazer para ter mais vendas durante a data que homenageia as mulheres, certo?

    Para que o seu ponto de venda esteja bem preparado para atrair os clientes, conte com a Colmeia Print. Acesse o site para saber mais.